Chegou a vez de analisar a situação do PDT no Maranhão no que diz respeito a disputa de cadeiras na Assembleia Legislativa nestas eleições de 2026.
O PDT registrou junto a Justiça Eleitoral apenas 12 (doze) candidatos (as) ao Parlamento estadual, desses, 05 (cinco) mulheres e 07 (sete) homens.
Separamos os candidatos entre “puxadores de votos” e “buchas”, onde puxadores de votos são aqueles com chances reais de eleição e, portanto, maior poderio eleitoral e os buchas são aqueles candidatos sem a mesma força, relativamente mais “fracos” e servem unicamente para contribuir a fim de alcançar o quociente eleitoral.
– Possível desempenho
O Maranhão possui hoje, 5.188.155 milhões de eleitores, desse total, é necessário diminuir as abstenções, votos em branco e nulos, algo que historicamente fica em torno de 25% a 30%, logo, ficamos com cerca de 3,6 milhões de votos válidos.
E para chegarmos ao “Quociente Eleitoral”, precisamos dividir esses 3,6 milhões de votos válidos pela quantidade de vagas na Assembleia Legislativa do Maranhão, no caso 42 cadeiras, o que significa dizer que para eleger um deputado estadual são necessários cerca de 86 mil votos.
De forma que para fazer uma cadeira na ALEMA é precisa obter 86 mil votos; duas cadeiras são necessários 172 mil votos; três cadeiras 258 mil votos e assim sucessivamente.
– Uma cadeira
Os “puxadores de votos” do PDT deverão, em tese, chegar a 200 mil votos, mais ouros prováveis 20 mil dos candidatos considerados “buchas”, totalizando cerca de 220 mil votos. Logo, a conclusão é de que o partido elegerá 2 (dois) deputados estadual de forma direta na ALEMA.
Por Domingos Costa

